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FARPADO

 

 

TÍTULO

FARPADO

COMPOSITORES

LETRA

GUJO TEIXEIRA

BRUNO SELIGMAN DE MENEZES

MÚSICA

SABANI FELIPE DE SOUZA

INTÉRPRETE

FILIPI OELSNER COELHO

RITMO

MILONGA

CD/LP

8° ACORDES DO PAMPA EM CANÇÃO

FESTIVAL

8° ACORDES DO PAMPA EM CANÇÃO

MÚSICOS

Violão: Marcelinho Carvalho

Contrabaixo: Xuxu Nunes

Acordeon: Diego Machado

PREMIAÇÃO

1º LUGAR

MELHOR INSTRUMENTISTA: MARCELINHO CARVALHO

MELHOR INTÉRPRETE

MELHOR POESIA

 

 

FARPADO
(Bruno Seligman de Menezes, Gujo Teixeira, Sabani Felipe de Souza)

O arame retorcido
Adorna o fio esticado.
Separa pra cada lado
Sentimentos incontidos.
 
É só um, no alambrado
Dos sete fios da divisa.
- obedece quem precisa,
Quem se opõe é contrariado...
 
Que a ânsia de liberdade
Se contrapõe ao anseio,
De cobiçar o alheio
Nos atalhos da maldade.
 
Pois há de ser entendido
O que diz nas entrelinhas
Que embora sendo vizinhas
Toda a razão tem sentido.
 
E não vai ser o arame
- mesmo em cerca farpada-
Que vai conter a cruzada
A quem não cumpre ditames.
 
Mas em outra circunstância
Pelas manhãs da campanha,
Se veste em teia de aranha
Pra contestar sua arrogância.
 
Palanque, arame e trama
Santa trindade campeira
Um mundo, várias maneiras
De se apartar os seus dramas...
 
Na dualidade fronteira
Que é liberdade ou prisão
É a estranha condição
De alambrado e porteira
 
E aos que tentem cruzar
Os limites já traçados
Fica o couro riscado
Como lição de ensinar...




 

DIVER(C)IDADE

TÍTULO

DIVER(C)IDADE

COMPOSITORES

LETRA

BRUNO SELIGMAN DE MENEZES

MÚSICA

DIOGO MATOS

RENATO MIRAILH

INTÉRPRETE

RENATO MIRAILH

RITMO

 

CD/LP

30ª TERTÚLIA MUSICAL NATIVISTA

FESTIVAL

30ª TERTÚLIA MUSICAL NATIVISTA

MÚSICOS

 

PREMIAÇÃO

MÚSICA MAIS POPULAR

 

DIVER(C)IDADE
(Bruno Seligman de Menezes, Diogo Matos, Renato Mirailh)

 

Um som no ventre da mata

Ecoa na casa dos ventos

O trem carrega lembranças

Da terra do acampamento



O tear dos mil destinos

Tramou um tecido plural

Deu guarida à nossa gente

Sob um manto cultural



São tantas idas e vindas

São muitos que ficam aqui

Recebem um tanto de nós

E deixam um pouco de si



Morotin, que foi Rodrigo

De Imembuy se enamorou

E da improvável união

A mistura consagrou



Foz de valores e crenças

Que deságuam em comunhão

Os sotaques mais variados

São a marca deste chão



É regra desde a infância

Conhecida da cidade

Exercer a tolerância

Respeitar diversidade



A cidade que hoje canta

Faz tempo que não sorria

Um grito escapa à garganta

No raiar do novo dia



Vozes no mesmo compasso

Ao sabor das melodias

Um coro se eleva em prece

Pra abraçar Santa Maria