Molduras

Molduras
(Rafael Souza, André Ventimiglia)

Molduras que o tempo reservou como lembranças
Para serem marco sobre os alicerces da vida..
Para simbolizarem todas as batalhas vencidas
Sem conterem valores são estimadas como relíquias

Molduras antigas guardadas com sabedoria
Como fonte de visagem pra quem busca guaria
Nas simples imagens que retratam toda uma vida
Seja para trazer o pranto, saudade ou alegria...

Pois estas molduras que falo podem até mesmo revelar
Certas coisas escondidas que não podemos enxergar
Falsos sorrisos que servem somente para agradar
Em certos momentos de conveniência para nos enganar

Pois não é fácil retratar o que não podemos tocar
Como a inveja e a ganancia que vivem a nos rondar
Somente as molduras pode tentar adivinhar
Quando a verdadeira amizade esta á florar

Estas molduras que falo são obras divinas
Em formas de espelho da alma pura e cristalina
Que servem de atalhos para a trilha vasta da vida
Olhos que nos guiam sempre até a nossa partida...

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