Duzentos e Cinquenta Anos

Duzentos e Cinquenta Anos
(Ivo Ladislau, Carlos Catuípe)

Era o vento, o índio, as vacarias.
Depois os tropeiros, as sesmarias.
Foi se desenhando o coração,
Já antevendo as freguesias...

... Então chegou o Açoriano,
Povoando caminhos.
O jeito doce do insulano,
Soube acariciar os espinhos.

Se foram os anos,
Procissão de fé.
Viva as cantorias,
E o arrasta-pé.
Muita tradição,
Amor por demais,
Neste muito alegre,
Porto dos Casais.

Há marcas açorianas,
Da lida até as folias.
No casario em linha,
Mil coisas por lembrar:
Bordados, doçarias,
Folguedos, o Pezinho...
Divino então reporta,
Um Terno a nossa porta...
Criança a brincar:
Sapata, o Passa-anel.
Ciranda-cirandinha,
Vamos todos cirandar.

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